O Sexto Sexo é um livro sobre sexo. Mas também não é um livro sobre sexo.

Foi baseado no blog “Cooper”, criado em 2001, que narrava as aventuras da personagem homônima ao título. Apresentava textos ficcionais numa época em que blogs não eram ficcionais, diferenciando-se totalmente de todos os blogs que pudessem apresentar gênero similar na época.

Nascido numa internet ainda sem trolls e desprovida da necessidade de “monetização”, possuía conteúdo livre, despreocupado e muitas vezes ácido.

Foi convidado para se tornar livro no final de 2009, pelo selo BlogBooks (Ediouro) e, como obra independente, foi muito bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público.

 

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Sobre a Autora

Costumo dizer que o “Sexto Sexo” não é um livro sobre sexo. Embora contenha muito conteúdo sexual, eu gosto mais de dizer que é um livro sobre poder (e sem trocadilhos colocando “ph” na referida palavra, por favor).

No entanto, quando alguém me pede para explicar sobre o conteúdo exato do livro, nunca sei descrever tão bem, então apenas respondo: “Leia e depois me conte!”

Acho até que foi por isso que criei esta página: para apresentar um livro difícil de se descrever – e quem sabe assim convencer você a se aventurar em suas páginas.

Aproveito também para mostrar outros trabalhos e deixo uma promessa de lançar mais alguma novidade literária muito em breve.

Fernanda Lizardo.

Saiba Mais

Opinião dos Leitores

  • "Seu livro está me ajudando a passar por uma fase de dor de cotovelo e a recuperar meu amor próprio e outros danos que a vida me causou. Adoro seu livro: sincero, excêntrico, sem clichês para agradar os outros... Especial do seu próprio jeitinho de escrever sobre suas experiências e sentimentos. Eu diria que são textos de muita coragem."
    Nina Camacho
    Botucatu (SP)
  • "Fernanda criou um dos melhores e mais originais sites sobre sexo na internet. Usando um personagem andrógino do sexo feminino, mas de nome para nós masculino – Cooper – ela conta histórias basicamente de uma mulher pós-moderna: adora sexo, mas não espera a supremacia do macho para obter prazer. Gosta mesmo é de poder, poder transar quando e com quem quiser, ter total autonomia sobre seu corpo. Fica claro, nas páginas do livro, que o homem é um objeto da sua sexualidade, o que, ironicamente, dá um tom másculo aos relatos; um tanto irresistível vindo de uma mulher."
    Edgar Reymann
    Revista SAX Magazine
  • "O Sexto Sexo é literatura obrigatória nos dias de hoje, onde vemos uma penca de absurdos pelas redes sociais. O humor corrosivo presente nas peripécias de Cooper instiga, seduz, inspira e faz você imaginar tudo como se estivesse ali na cena, e diverte pra cacete O livro serve também pra dar uma bela porrada na cara daquela gente amarga, castradora e moralista que chamaria Cooper de “puta”, “piranha” em alto e bom som. Mas não pense que você, do lado oposto do tabuleiro, está isento do nocaute: serve de esporro e incentivo justamente para por mais lenha nesse fogo, cair no jogo, desencanar e ir mais adiante mesmo quando, por algum motivo, há uma hesitação para segurar o freio. Se divertir e ter prazer, ora bolas! Como uma Lemmy Kilmister de saias, Cooper é uma MULHER do caralho, com todas as letras em maiúsculo. Quer um conselho? Largue aqueles livros açucarados repletos de tons de uma cor só e vai ler o “Sexto Sexo”. Isso mesmo, não se preocupe achando que só existem dois. A vida surpreende, como as páginas do livro."
    Eduardo Martins
    jornalista, Rio de Janeiro (RJ)

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