Posted on dezembro 31 2009 by Fernanda Lizardo
Não sou de fazer resoluções de ano novo. Nunca segui muitos rituais ou fiz planos, pois sempre considerei que muita coisa não mudaria do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro.
De fato, isso tem um bom fundo de verdade, afinal é só um calendário. Porém sou consciente de que alguns marcos são [...]
Posted on dezembro 30 2009 by Fernanda Lizardo
Creio que 80% das pessoas que conheço têm problemas para dormir. Quando não custam a pegar no sono (adormecendo lá pelas três da madrugada depois de muito rolar na cama), dormem mal, acordam várias vezes durante a noite ou têm sono agitado. Invariavelmente, todas acordam mortas de cansaço. Passam o dia sonolentas e, à noite, [...]
Posted on dezembro 22 2009 by Fernanda Lizardo
Sempre que há planos de passar o natal em família na minha casa, meus pais dão a seguinte ordem antes de vir:
- Não compre nada. Deixe tudo por nossa conta.
Então, quando chegam, vão ao supermercado e abarrotam a geladeira com todas aquelas delícias típicas de fim de ano e todos os supérfluos imagináveis. É a [...]
Posted on dezembro 17 2009 by Fernanda Lizardo
Eu nunca me dei muito bem com mudanças. Tive épocas de ficar irritada com uma chuva no meio da tarde que estragava a ida ao supermercado planejada com tanta antecedência. Acha que adiantou estressar? Nada. Depois de muita pancada, enxerguei que era um comportamento imaturo. O mundo não girava em torno de mim. Aí fui [...]
Posted on dezembro 15 2009 by Fernanda Lizardo
Costumo dizer que se relacionar é muito fácil, as pessoas é que complicam.
Parece ironia, já que o que mais vejo são pessoas reclamando que ninguém quer namorar, mas não é bem assim. O grande problema é que tem muita gente que insiste quando o jogo já é dado como perdido.
Meu relacionamento mais longo durou cinco [...]
Posted on dezembro 14 2009 by Fernanda Lizardo
Quando mais nova, nunca gostei muito de computadores. E confesso que me aproximei de um por pura obrigação – e já meio velha – pois os professores da faculdade não mais aceitavam trabalhos manuscritos.
Essa relação conturbada permaneceu até a internet surgir e ficar mais acessível. Mesmo discada e lentíssima, me pegou de jeito. Fiquei fascinada [...]