Há uns dois dias, estava em um ponto de ônibus em uma parte pouco nobre da cidade, com sono, dores nos pés e pouco dinheiro no bolso. Havia um homem lá, nada atraente, com os cabelos grosseiramente tingidos de loiro, aquele loiro vulgar, quase amarelo-gema. Ele puxou assunto. Merda, eu não estava a fim de papo, mas - porra (!) -, o coração amoleceu, afinal, ele devia ter esperado a vida toda para conversar com uma mocinha como eu, com cara de realeza.
Ele começou com assuntos bobos sobre o tempo, incluiu qualquer comentário sobre a própria rotina, e eu só balançando a cabeça, concordando com tudo. Então… Então ele soltou um comentário falando que a noite estava boa para namorar, com aquele frio… (Puta que pariu, estava um calor de cão!!!). Absorvi a cantada barata e prontamente ignorei a barra de manteiga que pulsava em meu peito dando-lhe um tchau seco e entrando no ônibus que pareceu adivinhar meus pensamentos e surgir no ponto, poupando-me de perder o bom humor.
Se ele se frustrou, não sei. Só sei que tive minhas compensações: a noite de ontem surgiu como um relâmpago em minha fértil cabecinha… As pernas abertas, o corpo dele perfeitamente encaixado frente ao meu, calça jeans, uma avenida com um puta movimento e a única coisa que me restava era contrair os músculos da vagina sutilmente.
Tanto pano, tecido grosso, barulho e ele sentiu mesmo assim! Sentiu e sussurrou em meu ouvido, numa linguagem vagabunda, que podia senti-la pulsando. Foi bom ouvir aquilo. Foi como concentrar poder nas mãos e esfregar na cara do mundo que eu não precisava de muito para mostrar meu prazer, meu domínio. O tesão à flor da pele, tudo perfeito e meu sorriso irônico por dentro ao ouvir descrições de minha facilidade de chegar a um orgasmo!
Muita gente não admite saber que trepo praticamente todos os dias. Principalmente os homens que já passaram pela minha cama, claro!
O mais divertido é confundir os que alimentam seus egos com meus delírios falsificados - ajo sempre como se fosse o primeiro orgasmo da minha vida! E ele cai no jogo, perde-se na meada e fica disponível, pronto para ser sugado pelo meu círculo vicioso que mistura sedução e oportunidades. Sugo-o o quanto posso, chupo o pescoço e o pênis enquanto posso. Depois, quando canso, devolvo-o à prateleira, com o lacre violado e o pote de geléia pela metade. Na hora em que tiver vontade, vou lá e como o resto, lambendo os dedos e gemendo como sempre. Acabou? Ótimo, porque queria mesmo variar o sabor!
Relacionados
Comente
Esse post foi feito sexta-feira, 5 de setembro de 2008 as 5:46 e está na(s) categoria(s) Ego.Gostou do texto? Comente.
Categoria:

Poxa vida, e eu achando que estava na moda esse cabelo.
Confesso que também pensei a noite toda em você em casa. Mas pegando você forte como no dama da lotação!
Geléia boa é geléia do mel com cara de Realeza…
bjs e de volta ao pote…
Fla
Olá moça!
Estou interessado em fotografá-la para uma revista. É para uma campanha de cosméticos, o cachê é em torno de R$4.000,00 + comissão. Se estiver interessada, entre em contato comigo, e me passe o nome da agência que você trabalha, pois quero entrar em contato com eles o mais breve possível, pois tenho urgência nisso.
Abraços,
Lucas Barth.